Foi nossa última etapa de praia. Começamos a pedalada em frente à Pousada Estrela D’Água, em Trancoso. O sol estava forte e céu bem azul.
No começo tivemos que empurrar as bikes. Era maré baixa, mas a areia estava fofa.
Quando o piso ficou firme, tivemos outros problemas: pedras, rios e vento contra.
Mas o dia lindo e a paisagem excepcional nos incentivaram a enfrentar as adversidades.
Terminamos o passeio em Arraial D’Ajuda na praça da igrejinha da vila que tem quase cinco séculos.
Chegamos cansados. Seis dias seguidos de pedaladas fortes estão pesando no corpo. Mas que ninguém se engane: estamos felizes como crianças em férias.


sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Cansados e felizes
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Búfalos, Mata Atlântica, Maconha e nudismo
Foi com tristeza que saímos hoje, quinta-feira, da Praia do Espelho. Mas, para compensar, tínhamos pela frente a expectativa de visitar Trancoso. No caminho, passamos pelo Rio dos Frades, onde está o famoso rebanho de búfalos do Sul do Bahia.
Depois, pulamos cerca para entrar numa trilha bem técnica, single track, em um pedaço de Mata Atlântica. Quem nos guiou foi o Rica, um paulista que trocou a bolsa de valores de Sampa pela pousada Hibisco em Trancoso.
Antes de entrar em Trancoso, paramos no conhecido Pé na Praia, o bar de nudismo e território livre da maconha – não vimos um nem outro, infelizmente.
Alguns quilômetros e chegamos ao lugar mais charmoso do litoral brasileiro: o Quadrado, em Trancoso. O almoço tardio foi na Silvana, embaixo de uma amendoeira. Quando terminamos, a noite havia chegado e tivemos um céu lindo de presente.


Rumo ao espelho

terça-feira, 14 de outubro de 2008
Dia perfeito... vida boa
Acordamos cedo nesta terça-feira, dia 14, com um dia belíssimo em Corumbau. Uma das praias mais bonitas do Brasil. Pedalamos pela praia e, escaldados, contratamos um barco para atravessar o Rio Corumbau.
Entramos de bike na reserva dos Pataxós, pedalamos debaixo de um sol incrível até chegar ao Porto Boi. Depois, descemos o Rio Caraíva de voadeira enquanto as bikes vieram de carroça.
Dia tranqüilo. Tudo funcionou bem. Comemoramos no Boteco do Pará, em Caraíva, com caipirinha, cerveja, pastel de arraia, peixe frito e moqueca de robalo.
Vocês vão dizer que estamos viajando muito de barco - e comendo e bebendo demais.
Bem, é verdade.

Emoção e bravura no Sul da Bahia
Baleia à vista! Em Cumuruxatiba, na segunda-feira, dia 13, atrasamos a saída e deixamos as bikes na pousada para ver o espetáculo das Jubartes. Valeu a pena: acompanhamos uma mamãe e o filhote por um bom tempo. Chegamos bem pertinho. Foi emocionante.
De tarde, partimos para Corumbau. O começo foi uma beleza. Paisagens de interior e de praia. Mas... ao chegar à foz do Rio Cahy, uma surpresa desagradável: a maré estava alta e a correnteza dava medo.
Esperamos por duas horas debaixo de chuva, com vento frio... e o rio descia devagarzinho. Já era noite quando resolvemos enfrentar o Cahy. As bicicletas foram transportadas uma a uma. Beco e Fábio foram os heróis da noite – eles nadaram muito até descobrir o lugar por onde seria possível atravessar.
Do outro lado, pedalamos forte, de noite e às vezes em areia fofa. Chegamos à pousada Jocotoka, em Corumbau, só às nove e meia. Cansados, mas vencedores.


